sábado, 24 de abril de 2010

O amor...


Amor. Seria em vão tentar dizer ao certo o que é, o que se sente, porque se sente amor. O amor não tem que ser explicado; nunca teve. O amor apenas tem que ser sentido. E porque é sentido, logo existe. O amor é o veneno mais doce. É a lágrima mais árdua, é o sorriso mais espontâneo. O amor é felicidade que invade a alma aos poucos. É a alegria de dividir um sorriso. De compartilhar as vitórias. As derrotas. É fazer de um gesto simples, como um afago nos cabelos, a mais profunda e mais sincera prova de amor. É saber ver amor, saber sentir o amor presente. É perceber quando alguém nos ama. Amor não é só carne, não é só apego. Amor é devoção. Amor é entrega, amor é viver para outra pessoa. Amor verdadeiro é algo inexplicável, e que ninguém nunca sabe ao certo como é enquanto não sente. E mesmo os que sentem, não pode ser medido. Não pode ser provado. O amor não é algo que você possa comprar ou trocar; o amor é a mais pura essência do inatingível. Amar é perceber a cada sorriso todas as coisas mais puras do mundo. Amor de namorado, amor de irmão, amor de mãe, pai, vó, tia, tio, vô, primo, prima. Amor de amigo. Amor de amiga. Amor à Deus. Amor aos animais. Amor à vida. Amor ao simples fato de saber amar.




Tosco, eu sei =P. Luis Eduardo, eu te amo!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Início.


Ok, aqui estou eu tentando novamente levar um blog a sério.
Não vai pra frente. Juro. Mas vamos lá...

Me chamo Andréia, e gosto de tudo que respire. E de tudo que não ouse respirar. Gosto de coisas que me fazem respirar lentamente, e gosto das coisas que me fazem acelerar a respiração. Gosto das coisas que me atraem o olhar. Gosto de tudo que se mova. Gosto de tudo que eu possa mover. Gosto das coisas que eu possa manipular, seja com a mente, seja com as mãos, seja com o tempo. Gosto das coisas que não me permitam manipular, gosto da tristeza que me dá quando não alcanço algum objetivo.
Gosto do gosto de gostar de tudo que me rodeia.
Gosto do encanto escondido em cada coisa.
Gosto de disfarçar o tédio com coisas simples, gosto de me entediar com coisas complexas.
Gosto.

Terminada a apresentação, deixo aqui minha indignação/revolta/pergunta, para que quem saiba responder, possa me dizer um dia. Porque será que nós, reles pessoas simples e comuns, temos prazer em achar que somos melhores que as outras? Se todos somos iguais perante lei, religião, e todos outros motivos, porque ainda assim continuar a achar que merecemos mais destaque que outras? Porque achar que merecemos mais felicidade, mais amor, mais carinho, mais atenção? Mais dinheiro, mais comida na mesa, mais roupas quentes no frio, mais Deus. Que Deus está sempre conosco, é fato consumado (para os que acreditam), então porque exigir que Deus esteja em dobro conosco? Porque querer mais Deus em nossa vida do que na vida de outras pessoas?
Porque nos achar mais dignos de TUDO do que outras pessoas?

A única resposta que consigo encontrar é o egoísmo eminente do ser humano, sem exceções.





Espero que gostem, =). Beijos.